2015 – Resenha #dezessete – Silo

SILO_1393363529BTítulo original: Wool
Autor: Hugh Howey
ISBN: 9788580574739
Editora: Intrínseca
Ano: 2014
Páginas: 512

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Sinopse
O que você faria se o mundo lá fora fosse fatal, se o ar que respira pudesse matá-lo? E se vivesse confinado em um lugar em que cada nascimento precisa ser precedido por uma morte, e uma escolha errada pode significar o fim de toda a humanidade?Essa é a história de Juliette. Esse é o mundo do Silo.
Em uma paisagem destruída e hostil, em um futuro ao qual poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste, confinada em um gigantesco silo subterrâneo. Lá dentro, mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras.
Para continuar ali, eles precisam seguir as regras, mas há quem se recuse a fazer isso. Essas pessoas são as que ousam sonhar e ter esperança, e que contagiam os outros com seu otimismo.
Um crime cuja punição é simples e mortal.
Elas são levadas para o lado de fora.
Juliette é uma dessas pessoas.
E talvez seja a última.

Em um futuro pós apocalíptico, onde tudo na terra foi destruído e o ar se tornou tóxico, existe o Silo. Uma construção subterrânea que permite que algumas vidas humanas ainda sobrevivam, entretanto como já se passaram muitos anos, as pessoas não fazem ideia do que há no lado de fora. Mas manisfestar qualquer tipo de curiosidade faz com que seja enviado para a limpeza das câmeras e conferir a vista do exterior, sem oportunidade de volta.

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O livro se inicia com a estória de Holston, o xerife do Silo. Sua esposa, colaboradora da TI, que após descobrir algumas informações importantes e querer revelá-las, é enviada para a limpeza. Após 3 anos de muita tristeza e curiosidade, Holston decide pelo mesmo fim da esposa e se oferece para a limpeza.

A prefeita do Silo fica muito chateada com a decisão de Holston, mas precisa aceitar. Logo após a limpeza, eles precisam selecionar o próximo xerife. Então, o delegado Marnes seleciona 3 candidatos com potencial ao cargo. Com uma em especial, Juliette.

A TI se posiciona totalmente contra a escolha de Juliette durante a viajem para lhe propor o cargo, maaaas a escolha da prefeita é a que tem valor. Juliette tenta recusar o cargo dizendo que o lugar dela é na mecânica e é lá que ela deve prestar seus serviços para o Silo, entretanto após um acordo fechado com a prefeita para deixar o Silo nas melhores condições possíveis, Juliette resolve aceitar.

Na viagem de volta, a prefeita acaba morrendo envenenada. Juliette precisa iniciar no novo cargo somente com as instruções do delegado Marnes que está muito abalado com as mortes que ocorreram. E é então que Juliette começa a investigar essas mortes, mal sabendo o destino que a aguardava.

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É uma distopia muito bem elabora, fiquei impressionadíssima com o talento do autor. Embora seja narrado em terceira pessoa, em momento algum nos é revelado um fato que os personagens que estão vivendo ali não sabem. Uma narrativa riquíssima em detalhes que me fez perder o fôlego e me desesperar juntamente com os personagens.

Com toda certeza é um livro bem gordinho, com mais de 500 páginas, mas que eu garanto: vale muito a pena se perder nesse mundo construído por Hugh Howey.

Um beijo, um queijo e não ouse ter esperança muahahaha

Assinatura-3

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22 comentários sobre “2015 – Resenha #dezessete – Silo

  1. Oi, Thaysa =) Eu só conhecia esse livro de título e de capa, nunca tinha lido a sinopse. Agora que sei do que se trata, fiquei bem curiosa, pois parece ser bem envolvente e interessante. Bom saber que o autor soube desenvolver bem a história e criou uma obra de fôlego! Beijos

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  2. Amo distopias e se essa é tão bem elaborada com certeza não posso deixar de ler! Fora que conheci o autor na Bienal e o achei um fofo. Achei bem curioso o fato da narrativa ser em terceira pessoa, mas mesmo assim nós não sabermos nada a mais que os personagens.

    Beijo!

    Ju – Entre Palcos e Livros

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  3. Oi Thaysa! Adoro tuas resenhas! Silo é um dos meus desejados há tempos, e apesar disso, eu não sabia que ele tinha mais de 500 pags.
    A premissa de Silo, em si, muito me agrada, por ser uma coisa bem original. Não sabia bem como a história era desenvolvida, mas depois de ler teu texto consegui entender melhor. Imagino que fazer as escolhas e pensar como a Juliete pensa deve ter sido difícil.
    Bejão!
    http://www.entreleitores.com/

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  4. Pingback: 2015 – Coisas de Maio | Proseando com uma Bibliophile

  5. Oi Thaysa
    Eu adoro uma boa distopia, mas leio resenhas tão divergentes sobre Silo, que ainda não me animei a fazer essa leitura.
    Um quesito importante que me impede é o fato de ter descrições demais, todas as resenhas que li ressaltaram essa questão, é claro que descrições são fundamentais, mas em excesso me desanima e torna a leitura massante.
    Mas o livro ainda continua na minha lista, pode ser que qualquer hora dessas eu me arrisque.

    Beijos.
    Leituras da Paty

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  6. Livros gordinhos ♥
    Silo é uma leitura que venho procrastinando e não sei exatamente o porque.
    Só leio e elogios, e como amo distopias, bem provável que ame essa leitura, então, vou largar essa preguiça e vou correr para ler,
    Espero gostar tanto quanto você e já tô curiosa pra descobrir essa fato que os moradores de lá não sabem mas nós ficamos sabendo hahahaha
    Beijos!

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